ARISP/RIB-SP debate Provimento nº 195 do CNJ, desjudicialização e segurança jurídica na oitava edição do Congresso IBRADIM

28 de agosto de 2026

 

Comitiva paulista integrou os principais painéis do primeiro dia do evento em Salvador, com foco em soluções extrajudiciais e modernização da atividade registral


A adaptação do mercado imobiliário às novas diretrizes tecnológicas e o fortalecimento dos mecanismos de desjudicialização balizaram a atuação da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP/RIB-SP) no 8º Congresso Nacional do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário (IBRADIM). Realizado em Salvador (BA), o evento reúne especialistas de todo o país entre os dias 27 e 28 de agosto.

 

A participação da comitiva paulista, concentrada nos debates inaugurais desta quinta-feira (27), pautou-se pelos reflexos práticos do Provimento nº 195 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pela concentração de atos na matrícula e pelos avanços da usucapião extrajudicial.

 

A aplicação das normativas federais na rotina dos Registros de Imóveis e a unificação eletrônica do setor conduziram as discussões da tarde. O diretor de Comunicação da entidade, Moacyr Petrocelli de Ávila Ribeiro, integrou a plenária sobre os impactos da interoperabilidade exigida pelo CNJ. Ao avaliar a troca de experiências promovida pelo encontro, o diretor ressaltou a importância da interlocução multissetorial. “A ARISP/RIB-SP encerra sua participação no 8º Congresso do IBRADIM com a certeza de que o Direito Imobiliário se constrói em comunidade. Foi uma jornada de muito aprendizado, onde debatemos os impactos práticos do Provimento CNJ 195 e estreitamos laços com profissionais de todo o país”, destacou.

 

A mitigação de litígios por meio da segurança cartorária também fundamentou a atuação técnica da delegação. O membro do Conselho Deliberativo da ARISP/RIB-SP, Ivan Jacopetti do Lago, compôs o painel dedicado a examinar a eficácia da concentração dos atos na matrícula, mecanismo vital para conferir transparência e blindar negócios imobiliários contra passivos ocultos. “Nossa contribuição também contemplou uma análise a fundo sobre a concentração dos atos na matrícula. Discutir essas inovações no IBRADIM é garantir que o mercado tenha cada vez mais segurança e oportunidades”, afirmou Jacopetti.

 

No eixo da desjudicialização, Maria do Carmo Couto, que igualmente integra o Conselho Deliberativo da entidade paulista, conduziu as análises sobre as transferências de atribuições do Judiciário para os registros imobiliários. A registradora focou nas ferramentas que têm imprimido celeridade sem precedentes à regularização fundiária no Brasil. “Também demonstramos como a usucapião e a adjudicação compulsória extrajudiciais são ferramentas de inovação. Fazer parte do IBRADIM é se posicionar ao lado de quem transforma o mercado. Até o próximo congresso”, concluiu.

 

Fonte: Assessoria de comunicação Arisp/RIB-SP

 

 

Contato

    2022 © Todos os direitos reservados | Privacidade – LGPD.